MULHER É PRESA AO SE PASSAR POR TERAPEUTA OCUPACIONAL E ATENDER PACIENTES EM CLÍNICA DE ITZ
MULHER É PRESA AO SE PASSAR POR TERAPEUTA OCUPACIONAL E ATENDER PACIENTES EM CLÍNICA DE ITZ
Segundo as informações apuradas, a suspeita já havia sido flagrada anteriormente cometendo a mesma prática em São Luís, mas conseguiu fugir no momento da abordagem
Por Isisnaldo Lopes - 07/01 ás 22h15
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Uma mulher foi presa em Imperatriz após ser flagrada exercendo ilegalmente a função de terapeuta ocupacional em uma clínica da cidade. De acordo com a polícia, ela não possuía formação na área e utilizava o número de registro profissional pertencente a outra pessoa, prática que configura os crimes de exercício ilegal da profissão e falsidade ideológica. A prisão ocorreu após denúncias recebidas pelas forças de segurança, que passaram a monitorar a situação e confirmaram a irregularidade durante a fiscalização.

Segundo as informações apuradas, a suspeita já havia sido flagrada anteriormente cometendo a mesma prática em São Luís, mas conseguiu fugir no momento da abordagem. Desta vez, ela foi localizada e conduzida à Delegacia de Polícia Civil de Imperatriz, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis. O caso segue sob investigação para apurar se há outras pessoas envolvidas e se pacientes foram prejudicados pela atuação irregular.

A terapia ocupacional é uma profissão da área da saúde regulamentada por lei e exercida exclusivamente por profissionais com formação superior específica e registro no conselho competente. O terapeuta ocupacional atua na promoção da autonomia, reabilitação e inclusão social de pessoas com limitações físicas, mentais, intelectuais ou sociais, utilizando atividades terapêuticas para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. O exercício dessa função sem qualificação representa riscos à saúde e ao bem-estar dos atendidos. 

No âmbito legal, o exercício ilegal da profissão é tipificado como contravenção penal, com pena que pode variar de 15 dias a três meses de prisão simples ou multa. Já o crime de falsidade ideológica, caracterizado pelo uso de dados ou documentos de outra pessoa com o objetivo de obter vantagem ou enganar terceiros, é mais grave e pode resultar em pena de reclusão que varia de um a cinco anos, além de multa, a depender da natureza do documento utilizado. A Polícia Civil reforça a importância de que a população verifique a regularidade dos profissionais de saúde antes de contratar qualquer tipo de serviço especializado.

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